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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Funeral de Whitney Houston será na igreja onde ela cantava

O funeral de Whitney Houston será realizado no sábado (18), na igreja de Newark, Nova Jersey, onde a diva do pop cantava quando criança, informou  a casa funerária encarregada do serviço fúnebre.

"O serviço será realizado no sábado, dia 18, meio-dia [horário local, às 15h de Brasília], na Igreja Baptista New Hope", informou um funcionário da funerária Whigham em Newark, responsável pelos preparativos.

Uma cerimônia pública será realizada durante dois dias em Newark, no Prudential Center, um pavilhão desportivo com capacidade para acolher 20 mil pessoas, informou o canal de televisão CBS, sem informar quais serão as datas.

O corpo da cantora e atriz Whitney Houston chegou a Newark, em Nova Jersey, nesta terça-feira (14) - horário do Brasil -, cidade onde ela nasceu. O corpo foi levado em comboio, após ser transportado de Los Angeles, em avião de propriedade do cineasta americano Tyler Perry, que também transportou a família e amigos próximos de Houston.

Whitney Houston foi encontrada morta no sábado (11) na banheira do hotel onde se hospedava, em Beverly Hills. Ela tinha 48 anos.

Durante a sua carreira de cerca de 30 anos, ela se estabeleceu como uma das mais admiradas e influentes cantoras da sua geração, ganhou seis Grammys, 30 prêmios Billboard e 22 prêmios American Music Awards.

Ela lançou sete álbuns e vendeu cerca de 200 milhões de CDs, singles e vídeos, além de ganhar mais de 400 prêmios. "I will always love you", música tema do filme "O guarda-costas", esteve entre umas das trilha sonoras mais vendidas na história.


Fonte: G1

Evangélicos reagem contra Gilberto Carvalho e Eleonora Menicucci


Senadores, deputados e líderes evangélicos decidiram ontem (14/02) não reconhecer mais o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria Geral da Presidência da República) como interlocutor do governo com o segmento. Uma das atribuições da pasta de Carvalho é conversar com movimentos sindicais e segmentos religiosos. O grupo pediu uma audiência com a presidente Dilma Rousseff para avisá-la da decisão, mas o encontro não foi agendado pela Presidência. Ao contrário, hoje (15/02) à tarde, Carvalho reuniu-se com os parlamentares evangélicos para pedir perdão, mas não quis assinar documento em que se retratava.

Segundo matéria no site de Veja hoje à tarde sobre a reunião, a reunião em que o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, pediu desculpas à bancada evangélica se deu na Câmara dos Deputados. A reunião se deu a portas fechadas, durou duas horas e meia, e, ao chegar, Carvalho não quis dar entrevista à imprensa. Só faliu na saída. Diz a matéria de Veja que o ministro, "como era de se esperar, acusou a imprensa de distorcer suas palavras. Os parlamentares, entretanto, queriam mais: por iniciativa do deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), propuseram que o ministro assinasse um documento confirmando por escrito o desmentido. O petista não aceitou".
 
Para o deputado João Campos (PSDB-GO), presidente da Frente Parlamentar Evangélica, "ele se retratou de forma sincera e honesta”.  Porém, o ministro afirmou que suas desculpas não significavam uma retratação sobre o que ele declarou no Fórum Social Mundial, quando pregou o confronto com os evangélicos. “O pedido de desculpas que eu fiz não foi pelas minhas palavras, mas sim pelos sentimentos que elas provocaram”, disse. Em contrapartida, o senador Magno Malta (PR-ES) declarou: "Como ele disse que não falou, eu entreguei um DVD com a fala dele, para ele ver em casa".

Gilberto Carvalho também teria admitido que a nota emitida pelo governo para justificar suas declarações foi insuficiente e se comprometido a divulgar um novo comunicado nesta quarta-feira. Em depoimento ao jornalista Gabriel Castro, de Veja, sobre o documento não-assinado, Carvalho se esquivou: "O diálogo foi muito maduro. A gente sai daqui com a questão encaminhada".
 
Durante a reunião, Gilberto Carvalho também foi cobrado sobre a posição do governo a respeito do aborto, já que a nova ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, tem um longo histórico de defensora da legalização do aborto e chegou até mesmo a fazer um curso de aborto por sucção na Colômbia. “A presidente pediu que eu reafirmasse para a bancada que a posição do governo sobre o aborto é a posição que ela assumiu já na campanha eleitoral”, disse Carvalho.

Toda essa nova crise do governo com os evangélicos começou quando, em palestra no Fórum Social Mundial, em Porto Alegre, no dia 27 de janeiro, Carvalho disse que o Estado deve empreender uma disputa ideológica pela “nova classe média”, que estaria sob hegemonia de setores conservadores, sobretudo evangélicos. “Lembro aqui, sem nenhum preconceito, o papel da hegemonia das igrejas evangélicas, das seitas pentecostais, que são a grande presença para esse público que está emergindo”, disse, acrescentando que o governo iria empreender uma "disputa ideológica com os líderes evangélicos" pela influência sobre a classe média emergente e que o governo poderia usar nessa luta uma "vertente autoritária, mas com cuidado".

O senador Magno Malta, porta-voz dos evangélicos e da Frente da Família no Congresso, disse que encaminhará a Dilma uma nota de repúdio. Durante reunião entre senadores, deputados e pastores, houve também manifestação de repúdio ao ativismo da nova ministra de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, favorável ao aborto.

Foi distribuída carta-compromisso que Dilma assinou no segundo turno das eleições presidenciais, em 2010, se comprometendo a não enviar ao Congresso projetos pró-aborto. Na mensagem aos evangélicos, a então candidata dizia ser “pessoalmente contra o aborto”. Malta disse que o segmento não pode “desconfiar” da palavra de Dilma, mas afirmou que os evangélicos lamentam a escolha de Menicucci.

“Temos o documento assinado por ela dizendo que é contra o aborto. Então, chega a ministra que está indo a ONU com dinheiro público para defender aborto. Vamos construir um documento revelando nossa contrariedade e reiterando nossas posições contra o aborto e a resistência que nós faremos a isso”, afirmou.
Um outro fato que indignou a bancada evangélica foi uma entrevista concedida pela atual ministra a uma pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) em 2004, e que, após ser divulgada pelo colunista Reinaldo Azevedo, do site da revista Veja, foi retirada do site da UFSC. Dentre várias declarações comprometedoras, Eleonora revelou nesse depoimento à pesquisadora de ciências sociais da UFSC há oito anos que, após fundar a entidade Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, fez um “curso de aborto” na Colômbia, executando abortos clandestinamente naquele país. Em nota, a ministra negou o fato dizendo que nunca esteve na Colômbia.

Acompanhe o comentário sobre essa questão e trechos da entrevista da ministra Eleonora Menicucci no blog do pastor Silas Daniel.

Redação CPAD News com informações do site de Veja

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

#Nota: Umadenmer


A Christian Aid tem falado do papel vital da ajuda britânica à Índia, depois que o país do ministro das Finanças teria dito que não era necessário.

De acordo com o Daily Telegraph, Pranab Mukherjee disse que a Índia não requer a ajuda enviada pelo Departamento Britânico para o Desenvolvimento Internacional (DFID) e que o montante é um "amendoim em nossos exercícios totais de desenvolvimento [despesas]".

Os comentários foram supostamente feitos durante o período de perguntas no Rajya Sabha, à câmara alta do parlamento.

Segundo o jornal, mais de R$ 1 bilhão dos contribuintes britânicos foi enviado à Índia pelo DFID nos últimos cinco anos e um adicional de 600 milhões de euros até 2015.

A Christian Aid defendeu o compromisso do governo britânico de ajuda contínua para a Índia, dizendo que os desafios do país ainda estavam crescendo . "A Índia é o único lar de um terço dos pobres do mundo. As desigualdades na sociedade que antecedem o boom econômico significa que ainda há um grande número que sofrem exclusão social, e são, portanto, incapazes de aceder a estes direitos".

De acordo com uma porta-voz da organização, a Ín dia não é único em não resolver todos os problemas sociais durante a noite. "Os desafios são enormes, com a desnutrição infantil rodando a cerca de 50 por cento nos estados do tamanho da Grã-Bretanha". 

A Christian Aid disse que "apoia plenamente" a quantidade "significativa" da ajuda do Reino Unido a ser dirigida às mulheres e meninas que são "as mais vulneráveis entre os pobres".

Segundo a instituição, o DFID estava fazendo um trabalho valioso envolvimento com o setor privado da Índia para contratar pessoas de grupos marginalizados.

Entre os grupos que recebem ajuda estão os dalits, que estavam na parte inferior do sistema de castas de idade. Em particular, a Christian Aid está ajudando dalits que trabalham como catadores de manual, limpeza de dejetos humanos das latrinas sem saneamento adequado. "Embora a prática é ilegal, ele continua".

O diretor da Christian Aid do país na Índia, Anand Kumar, disse que "a Índia está lidando com profundas causas estruturais da pobreza, como casta, gênero e etnia da pobreza baseada".

"O apoio do DFID através de suas principais programas da sociedade civil fornece suporte crítico para as organizações locais na resolução desses problemas e reduzir a pobreza ea discriminação".


Fonte: Christian Today

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Evangélicos da base aliada protestam contra posse de nova ministra

A ministra de Eleonora Menicucci toma posse nesta sexta-feira, 10, na Secretaria de Políticas para as Mulheres debaixo de ataques da bancada evangélica no Congresso, quase toda abrigada na base aliada.

As posições públicas da ministra a favor do aborto junto com declarações do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, no Fórum Social, no final do mês passado, acenderam a revolta nos parlamentares evangélicos. Na tentativa de acalmar a bancada, uma nota do ministro foi lida no plenário da Câmara. Além disso, Carvalho, católico militante, propôs uma reunião com os parlamentares evangélicos.

De forma contundente, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) convocou os evangélicos a combaterem a nova ministra. "Não se iludam, a bancada de evangélicos se unirá não só para expressar a repulsa por essas declarações (de Gilberto Carvalho), assim como para combater a abortista que nomearam ministra", escreveu Cunha no twitter. "Essa posse da abortista amanhã (sexta-feira) é sintomática para todos nós e devemos mostrar de forma contundente a nossa revolta. Aborto não. Aliás, quando a gente lê várias declarações dessa nova ministra, ela está no lugar e na época errada, devia estar em Sodoma e Gomorra", completou o deputado.

Professora e socióloga, Eleonora Menicucci declarou em entrevistas, assim que foi escolhida para o cargo pela presidente Dilma Rousseff, que considera a discussão do aborto no Brasil como uma questão de saúde pública, como o crack e outras drogas, a dengue o HIV e todas as doenças infectocontagiosas. Para ela, aborto não é uma questão ideológica.

Há dois dias, os evangélicos estão em pé de guerra com o ministro Gilberto Carvalho. "Esse governo fala tanto em discriminação, e vem agora um ministro tomar uma posição de discriminação em relação aos evangélicos, chamando-os de retrógrados e dizendo que a lei do aborto não é aprovada por causa dos evangélicos. Não é a lei do aborto, é a lei do assassinato de crianças indefesas", protestou o líder do PR, Lincoln Portela (MG). O deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) também cobrou explicações do ministro e o acusou de discriminar os evangélicos.

Em nota lida pela deputada Benedita da Silva (PT-RJ), evangélica, o ministro afirma que suas declarações foram, divulgadas na internet de forma "distorcida e equivocada" e acabaram por motivar críticas agressivas a ele. "De maneira alguma ataquei os companheiros evangélicos. Quem conhece a minha trajetória sabe do carinho que eu tenho, do reconhecimento que eu tenho ao trabalho das Igrejas Evangélicas no país. O que eu fiz lá foi uma constatação política que, de fato, quem tem presença na periferia do Brasil, quem fala para as classes sobretudo C, D e E são as Igrejas Evangélicas e, portanto, essa presença tem que ser reconhecida, é real e efetiva", argumentou o ministro.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) atuou como bombeiro. Ele procurou evangélicos para explicar a posição do ministro e disse que houve um mal-entendido.


Fonte: Folha Gospel com informações Estadão

Pastor morre no púlpito após concluir sermão

O bispo Barnett K. Thoroughgood  terminou de pregar o sermão de domingo em sua igreja, intitulado “Estou aqui para batalhar”, sentou na cadeira que ficava na plataforma e caiu morto.

Os membros Igreja de Deus em Cristo Nova Jerusalém oravam e choravam ao perceber a situação e viram os paramédicos tentarem reanimar o pastor de 62 anos, mas sem sucesso.

“Ele morreu fazendo o que mais amava”, disse Mable Beckett, membro da igreja. Ela conhecia bem o pastor e disse ainda: “Ele viveu para o seu chamado até o final”.

Thoroughgood fundou a igreja Nova Jerusalém cerca de 42 anos atrás. Hoje ela possui mais de 2.000 membros.

O bispo era conhecido por suas mensagens de fogo, cheias de energia. O último sermão de Thoroughgood foi baseado em 2 Crônicas 20:12, exortando os fiéis a manter os olhos em Deus e o invocar nos momentos de necessidade.

“Você deve viver e não morrer”, disse ele no encerramento da mensagem.

Desde sua morte, centenas de mensagens foram enviadas para a página da igreja no Facebook. Emmanuel, filho do pastor, comentou que “este não é um tempo para chorar ou ficar chateado”, mas em vez disso “devemos louvar”.

As circunstâncias da morte de Thoroughgood chamaram a atenção de várias pessoas, incluindo artistas. Cantores de hip-hop como Missy Elliot, Pharrell Williams e Timbaland frequentam a Nova Jerusalém.


Fonte: Gospel Prime